Arquivo de Agosto de 2007

Novo “Mamiferos da Parmalat”

Novo comercial dos Mamíferos da Parmalat, só que agora, eles estão maiores. São eles mesmos! Os mamíferos da Parmalat agora crescidinhos em versão adolescente.

Porém o que todos querem saber ainda não foi revelado. “Não vamos entregar o ouro aos bandidos”, diz Nizan Guanaes, presidente da Africa, que não descartou a retomada da promoção na qual eram trocados códigos de barra dos produtos por bichinhos de pelúcia. A experiência passada deu tão certo que a Parmalat chegou a distribuir 15 milhões de bichinhos, a maior troca de ‘‘brindes’’ já feita no país.

parmalat mamiferos - parmalat mamiferos

Adicionar comentário 29 de Agosto de 2007 às 16:24 admin

Entretenimento educativo no Kidzania…e uma boa tacada de branding

kidzania1 - kidzania1

O Kidzania é um parque temático no Japão e México que permite que crianças “trabalhem” em uma de suas 70 profissões diferentes por um dia.
O parque possui uma cidade em tamanho reduzido para crianças entre 1 e 13 anos, com réplicas de hospitais, redes de fast food, prédios e quase tudo o que se encontra na vida real. As crianças vestem uniformes e exercem a profissão de sua escolha, aprendendo a ganhar e utilizar o Kidzos (moeda da Kidzania). O mais interessante é que elas interagem com marcas reais, como Johnson & Johnson, Coca-Cola e Mitsubishi, o que torna o parque uma oportunidade de interação das marcas com consumidores desde a infância.

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Abril apresenta pacote para Olimpíadas de 2008

Projeto “Abril em Pequim 2008″ terá dez meses de duração, envolvendo 16 publicações da editora; serão comercializadas até seis cotas de patrocínio

abrilpequim destaque - abrilpequim destaque

O Grupo Abril apresentou ontem, terça-feira, 4, seu pacote de mídia para a cobertura das Olimpíadas de Pequim, que acontece no meses de agosto e setembro de 2008. O projeto, com o nome ‘Abril em Pequim 2008′, terá duração de dez meses - contados a partir de dezembro deste ano - e envolverá 16 títulos de publicações da editora, dois guias especiais (Veja e Placar), 17 sites e um hotsite exclusivo, além de espaços na MTV e na TVA. Serão comercializadas, no máximo, seis cotas de patrocínio. Segundo o Grupo, cerca de 16 milhões de pessoas poderão ser atingidas pelo projeto de cross media.

FONTE: M&M

1 comentário às 16:23 admin

Anunciantes ‘embrulham’ carros particulares

Em troca de pagamento mensal, consumidores dos EUA mudam o visual de seus veículos e enfrentam congestionamentos para divulgar marcas e serviços

carro embrulhado - carro embrulhado

A idéia de envolver veículos urbanos com uma camada de vinil surgiu em 1993, quando a PepsiCo comprou o direito de exibir sua logomarca em seis ônibus de Seattle, Estado de Washington. O plano inicial era simplesmente pintar as latarias, mas uma gráfica local, SuperGraphics, convenceu o anunciante a “embrulhar” os ônibus com um material feito pela 3M Co. e que poderia ser aplicado em menos de dois dias (o processo hoje leva apenas algumas horas, segundo o jornal The New York Times).

A inovação funcionou, e em 1999 o publicitário Drew Livingston, de Los Angeles, aproveitou a convergência de uma série de fatores - volume sempre crescente do tráfego da cidade, o consequente aumento do tempo dispendido pelos motoristas nos congestionamentos e preço cada vez maior dos combustíveis - para abrir uma agência de mídia exterior pioneira em “car-wrappíng” (literalmente, embrulho de carro), que tinha como estratégia usar os carros dos próprios consumidores para servir de “display ambulante” de anunciantes.

Sucesso
Hoje, com uma carteira de clientes tão diversificados como Procter & Gamble Co., HBO, Toshiba, Microsoft, Virgin Records, Andersen Consulting e Playboy (ver em http://drivers.freecarmedia.com/), a FreeCar Media dispõe de um database de mais de um milhão de proprietários de veículos dispostos a entrar no esquema e cerca de sete mil contratados desde 2000 - quase 5% do total de 150 mil em todo o país. Em troca de até US$ 800 mensais, esses “embaixadores da marca” (brand ambassadors) aceitam um rígido padrão de conduta no trânsito (não fumar, não beber, não dizer palavrões, não jogar lixo pela janela) e algumas tarefas extras (como distribuir amostras ou cupons em eventos mensais). O veículo também deve dimensões suficientes para comportar os grafismos e não mais de cinco anos no mercado.

Em alguns casos, é a própria agência quem cede os veículos (uma campanha da HBO para a série Six Feet Under, por exemplo, usou um carro fúnebre), instala GPS (o trajeto dos motoristas é acompanhado por satélite) e se encarrega da criação da campanha. O cliente paga pelo conceito, a gasolina, a exposição publicitária e o embrulho do carro, este um processo de US$ 5 mil semelhante ao da aplicação de papel de parede (a camada de vinil protege a lataria, diz a 3M).

Vantagens
Segundo a prefeitura de Los Angeles, existem mais de quatro milhões de carros registrados na cidade, que realizam mais de 23 milhões de deslocamentos num dia médio da semana e provocam congestionamentos que, em 2003, resultavam em atrasos de 93 horas num dia médio da semana. Como resultado, diz a empresa de investimento ARD Ventures, a mensagem de um único veículo pode ser vista cerca de 70 mil vezes ao dia por outros motoristas e pedestres.

Outra agência de Los Angeles, Media N Motion, aponta outro grande benefício para os clientes: o preço. Enquanto uma campanha média de outdoor custa entre US$ 4 mil e US$ 5 mil por mês, um carro “embrulhado” sai por cerca de US$ 1 mil. A Media N Motion usa principalmente veículos pesados como betoneiras ou caminhões-tanque para divulgar seus clientes, que incluem o time de hóquei Los Angeles Kings e a estação local de TV KCAL-9. Os veículos são monitorados por GPS a cada 15 minutos e trafegam nas rodovias de LA, de 16 a 20 horas por dia, durante seis ou sete dias da semana.

Mercado
No geral, a mídia out-of-home dos EUA está avançando mais rapidamente do que a mídia tradicional, revelou a pesquisa Communications Industry Forecast, da Veronis Suhler, publicada na edição 1271 de Meio & Mensagem. O investimento publicitário do segmento cresceu 12% em 2006, para US$ 7,06 bilhões, devendo saltar 12,3% neste ano, para US$ 7,93 bilhões, e 13% na média anual até 2011, quanto atingirá US$ 12,99 bilhões. Nesse período, o tempo de exposição média dos consumidores, que aumentou três horas em 2006, para 133 horas, estará somando 154 horas. A Veronis atribui suas estimativas a “tendências favoráveis” do mercado consumidor, ao avanço tecnológico e ao desenvolvimento de sistemas próprios de mensuração.

FONTE: M&M

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Quer ser bacana? Aguenta a pressão.

A sua empresa faz uma ação de conteúdo gerado pelo consumidor. Tudo redondinho, como esta ação do HotPocket da Sadia: hotsite bonito, integrado com Youtube, proposta (”o que você faz enquanto espera o seu HotPocket ficar pronto?”) que agrega para o posicionamento jovem-prático do produto e o prêmio de 9 entre 10 ações de C.G.C.: Nintendo Wii + iPod Vídeo. Tudo perfeito para abrir um canal com o jovem 2.0.

Aí chega um vídeo provocativo como esse produzido e enviado pelo Rafael Alves:

Se você fosse o gerente de produto do HotPocket dentro da Sadia, você:

( ) Eliminava o vídeo do Rafael no ato. O concurso é meu: não sabe brincar, não brinca, “seu mala que quer aparecer”.

( ) Mandava o vídeo-feedback do Rafael para um focus group, com cópia para a área de desenvolvimento de produto e a pergunta: “o que podemos fazer para melhorar esta percepção?”. Chamaríamos o Rafael para uma reunião para entender a sua insatisfação e demonstrar o produto. Ele sairia da reunião repleto de brindes Sadia e receberia uma carta depois agradecendo pelo feedback.

( ) Mandava o vídeo do Rafael para o Jurídico com cópia para a área de RP pedindo uma orientação de como proceder para tirar o vídeo do ar e processar o Youtube.

( ) Deixava o vídeo do Rafael participar do concurso, uma vez que não tem nada que impeça no regulamento (*) e se o conteúdo é para ser gerado pelo consumidor, eu tenho que aguentar as consequencias e isto, talvez, passe simpatia para a marca.

( ) Tirava o concurso do ar por força maior. Dava um Wii para todos que enviaram vídeos. Demitia quem trouxe a proposta.

( ) Não faria nada. O vídeo do Rafael foi produzido pela agência de guerrilha para gerar buzz entre blogs.

(*) Trechos retirados do regulamento:

# O vídeo não poderá ter conteúdo que atente contra a lei, a moral e os bons costumes, sob pena de desclassificação automática do participante.

# Por se tratar de um concurso cultural, o vídeo não deverá ser desenvolvido de forma a promover a Marca “Hot Pocket®” ou qualquer outra marca da Sadia, nem mesmo o Participante precisará adquirir, promover, consumir ou sugerir consumo de qualquer produto da Sadia.

# Será motivo de desclassificação automática, sem comunicação prévia: (a) preenchimento incorreto ou incompleto das informações solicitadas no cadastro do Concurso; (b) realização, no vídeo ou na inscrição, de fraude, ilegalidade e/ou de ato atentatório à moral ou aos bons costumes; e (c) não cumprimento de quaisquer das condições estabelecidas neste regulamento.

FONTE: Blog de Guerrilha

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Playboy também faz Ação Alternativa

playboy - playboy

Algumas vezes nos deparamos com algumas idéias criativas e logo de imediato, mordidos de inveja dizemos: Porque eu não pensei nisso antes? Pois bem, veja esta iniciativa do departamento de marketing da revista Playboy americana. Mídia alternativa, com um custo muito baixo e impacto interessante. A estratégia da ação é que todas as mulheres podem ser capas da revista, ao menos durante um banho de sol. Se tratando de ego feminino em relação ao próprio corpo a ação acertou em cheio.

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Interativo e Impactante

For  ar - For  ar

Bem, o anúncio acima já diz tudo né? É de uma campanha sobre violência sexual. O conceito da peça trabalha com a interatividade que se têm colando uma página na outra. Levando o leitor a “forçar” a abertura das páginas pra ver o seu interior. Abaixo a mensagem: “Se tiver que forçar é estupro”. Totalmente interativo, ainda mais em um meio onde os anúncios são sempre estáticos por natureza. E viva a criatividade!

Adicionar comentário às 14:44 admin

Ações Alternativas da Gillette

gillette 1 - gillette 1

Quando se fala em verbas para mídia o anunciante já fica por muitas vezes espantado. Mas com um pouco de criatividade e a utilização de espaços já existentes em nosso cotidiano, é possível realizar grandes ações sem muito investimento.Tomemos como exemplo esta ação realizada em postos de gasolina e lava rápidos que foi desenvolvida para a Gillette. Veja a forma como o produto foi utilizado na ação. Imagine o impacto das pessoas que passavam nas proximidades? Sem contar o impacto do motorista vendo seu pará-brisa todo cheio de espuma e depois lisinho. Nem precisa dizer que onde tem espuma, tem Gillette. Mais uma vez, simples e direto.

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Guerrilha no Elevador

ele 1 - ele 1

Foram colados adesivos apontando o número dos andares ( alusão ao peso ) com os dizeres: ” Evite o efeito sanfona. Mantenha a forma no Sport Batel“, isso faz a alusão que a pessoa está aumentando ou diminuindo de peso sem controle.

Ação realizada em Curitiba, Paraná.

ele 2 - ele 2

3 comentários às 14:42 admin

A sua vida toda em um só lugar

A Cummins & Partners, da Austrália, criou um comercial interessante para dizer que na Virgin Blue, a loja da gravadora, tem tudo o que uma pessoa precisa, até a família, lazer, etc.

A assinatura diz exatamente isso: “Temos o que você quer”.

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